É difícil apoiar ou condenar uma intervenção militar na Síria quando a própria ONU ainda não se posicionou se o regime de Bashar-Al-Assad usou ou não armas químicas.
Os indícios são fortes. A própria Anistia Internacional afirmou que existe, sim, grande probabilidade de ter havido uso desse recurso contra civis.
Tudo indica que Assad usou gás sarin, e quebrou um tratado internacional que proíbe o uso de armas químicas.
Poderia ele ficar impune e colocar em cheque a segurança das nações?
A ONU condena os ataques à Síria. A Rússia não apóia a intervenção. Uma solução pacífica baseada no diálogo, como sugeriu o Papa Francisco, seria o ideal para acabar com o conflito na região, mas governo e rebeldes não estão dispostos à paz.
Milhares de mortos, milhões de refugiados, um povo dividido, um país em frangalhos. E o mundo ainda de braços cruzados diante da barbárie....
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