Quando o edital sair, o candidato precisará verificar todos os pontos que compõe o conteúdo programático e checar se já foram estudados. Será hora de priorizar os itens novos, se houver, e apenas revisar o que está sedimentado. Esta é a vantagem do estudo antecipado.

Também é importante resolver muitas provas anteriores da banca que vai organizar o concurso, porque conhecer o estilo de questões e o que a banca costuma cobrar permite fazer o ajuste final no estudo.

Há tópicos que sempre constam dos editais e, dentro desses, há os mais cobrados pelas bancas examinadoras.

Em relação ao direito constitucional, alguns dos temas mais cobrados costumam ser os princípios fundamentais (art. 1º ao 4º), direitos e garantias fundamentais (art. 5º), direitos sociais (art.6º ao 11º). Para concursos mais complexos, organização dos poderes e controle da constitucionalidade também são bastante cobrados. Conforme a área do concurso, serão cobrados os temas relacionados à futura atividade; por exemplo, o sistema tributário nacional (art. 145 a 162) para a área de fiscalização.

Em direito administrativo, a preferência das bancas costuma recair sobre os artigos 37 a 41 da Constituição, princípios e organização da administração pública, atos administrativos, lei 8.112/90 (para concursos federais) e lei 8.666/93, dentre outros.

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