Ratzinger diz que o motivo da renúncia é a saúde, debilitada. Mas, há rumores de que o pontífice estaria sofrendo pressões por seu estilo conservador de conduzir a Igreja.

Depois do também conservador João Paulo II (que era, inclusive, aconselhado pelo próprio Ratzinger), muitos fiéis esperavam um sucessor mais liberal, progressista.

Afinal, os tempos são outros e a Igreja, em tese, precisaria se adaptar às mudanças de comportamento dos fiéis. Os novos tempos exigem a quebra de velhas práticas, verdades obsoletas e doutrinas ultrapassadas.

Mas, afinal, é a Igreja que tem que se moldar ao cristão ou o contrário?

É o homem quem se dobra à fé, ou a fé se transmuta para conquistar cada homem?

E quantas caras a Igreja precisaria ter para atrair mais e mais fiéis?

De fato, passarão papas, mudarão costumes, dogmas...

Só uma coisa não pode mudar: as palavras sagradas.

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