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Pela força de uma lei, o Parlamento uruguaio transformou o errado em certo; o imoral em legal; um crime em escolha pessoal.

Para garantir, às mulheres, o direito de ter direito sobre a vida alheia, os políticos uruguaios atropelaram o direito dos filhos, como se eles valessem menos que elas.

A lei que despenaliza o aborto transgrediu até o pacto da Convenção Americana de Direitos Humanos (assinado pelo Uruguai em 1985), que garante a vida desde a concepção.

E, agora, criou-se um novo impasse:

Como obrigar médicos a violar seu juramento, e, em vez de salvar, tirar vidas?

Como curar a consciência dos que se submeterem à lei do aborto?

Talvez a solução seja substituir médicos por carrascos, para executar o serviço sujo...

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